quinta-feira, 19 de março de 2009

Soneto de Pescador

E eis que surge no breu,
na escuridão de uma vida
o feixe de luz que enalteceu
a minha pobre alma perdida...

Anjo doce, voz suave
mãos macias, de veludo
destruiu em mim entraves
e num beijo me deu tudo...

Te procuro sem te achar
E de lembrar, não canso
E na ânsia de te encontrar

Tua beleza não alcanço
Mas te busco nesse mar
Onde minhas redes lanço...

Um comentário:

Dejavús de Isa disse...

Pode me dizer quem poderia ser esse anjo... hein??...

Muito lindo, intenso, enfim... parece com vc e suas incertezas que te fazem único... loucamente único... bjos meus