A sombra da ignorância invade
As entranhas das pessoas
Que se perdem em palavras
Mas não chegam a lugar algum
E o desejo de mudar
De crescer, de validar
Esbarra na inércia do desastre
Ou na pressa de correr
Meus passos são estranhos
mas seguros
Meu desejo é incenssante
e puro
E se eu grito não é de medo
é de raiva de saber
que o que eu quero
não vai acontecer....
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Acordes
Os meus chinelos já estão gastos
As minhas calças ainda estão sujas
Meio rasgadas, meio desbotadas
E folgadas, como o dono...
A minha vista anda cansada
A minha voz, rouca
Minha cabeça, estressada
E minha mão, boba...
Já não componho lindas canções
Nem as feias mais eu consigo
E vivo cercado de gente
Mas só meu violão é meu amigo
E nele descarrego com força
todo o ardor de minha alma
E a voz rouca, grita sem calma
A vista cansada consegue enxergar
A cabeça estressada se entrega ao prazer
E a mão boba, a acordes desenhar
Demonstra q não importa o que eu diga
O quanto contra eu lute
A música está em minhas veias
E nada há que isso mude...
Para o meu velho e guerreiro violão, que sempre tem tempo pra mim, apesar de eu tratá-lo mal pra caramba ... ;D
As minhas calças ainda estão sujas
Meio rasgadas, meio desbotadas
E folgadas, como o dono...
A minha vista anda cansada
A minha voz, rouca
Minha cabeça, estressada
E minha mão, boba...
Já não componho lindas canções
Nem as feias mais eu consigo
E vivo cercado de gente
Mas só meu violão é meu amigo
E nele descarrego com força
todo o ardor de minha alma
E a voz rouca, grita sem calma
A vista cansada consegue enxergar
A cabeça estressada se entrega ao prazer
E a mão boba, a acordes desenhar
Demonstra q não importa o que eu diga
O quanto contra eu lute
A música está em minhas veias
E nada há que isso mude...
Para o meu velho e guerreiro violão, que sempre tem tempo pra mim, apesar de eu tratá-lo mal pra caramba ... ;D
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